Postado por Célia segunda-feira, 6 de agosto de 2012 0 comentários

COLÉGIO MATER DEI SEDIA ENCONTRO DE GESTORES ESCOLARES Na segunda-feira (30/07) a equipe de Direção e Coordenação do Colégio Mater Dei participou do II Encontro de Educadores, em São José dos Campos. Participaram também as equipes dos colégios Internacional Ítalo Brasileiro, Mater Dei São Paulo, Mater Dei São José dos Campos e SSU Educação Internacional. A participação na segunda edição do encontro faz parte do cronograma de atividades das lideranças de cada unidade das escolas, entre Coordenadores e Diretores. A primeira edição do Encontro de Educadores ocorreu em janeiro deste ano. Naquela ocasião foram realizadas as palestras “Era uma vez o giz e a lousa”, com o psicólogo Tiago Tamborini, e “A comunicação na docência: influências das concepções de criança e de educação no ato de educar”, com o Prof. e Mestre Marcos Meier. Por sua vez, o segundo evento parte da premissa de que para se projetar o futuro das escolas, o primeiro passo é descobrir o que se busca e que caminho deve-se trilhar. Ações urgentes devem ser implementadas para que se consiga chegar à escola ideal, em benefício de nossa sociedade. O encontro iniciou com a palestra de Christian Dantas, coach nível sênior pelo Integrated Coaching Institute, engenheiro industrial, com MBA em Marketing. Dantas centrou sua exposição em um princípio que, segundo ele, é fundamental: a sociedade e os jovens mudaram consideravelmente, portanto, a escola deve enxergar a necessidade de mudar e adaptar-se às demandas atuais. Para o palestrante, as instituições educativas que adotarem tal postura certamente estarão oferecendo uma educação de qualidade e diferenciada. Na parte da tarde, distribuíram-se as equipes em fóruns cujos temas são de interesse comum às escolas: Inovação, Tecnologia e Redes Sociais, Avaliação de Equipes e os conceitos de Internacional e Bilíngue. Ao final do encontro todos os participantes voltaram a se reunir para apresentar os resultados das discussões. Constatou-se que o encontro de lideranças proporcionou a todos os participantes um momento especial de reflexão. Célia Terlizzi, diretora do Colégio Mater Dei de São José dos Campos e líder do II Encontro de Educadores, afirma que “um gestor tem que ter o olhar para o novo, a vontade de despertar no outro o interesse por saber mais, criar alternativas, abrir caminhos, buscar soluções. Para isso é preciso ter novas ideias sempre – e ir buscá-las, fazer acontecer. Trocar experiências e traçar caminhos em parceria com outros gestores, enriquece as práticas e impulsiona ao desafio de buscar estes novos caminhos.” VEJA FOTOS NA NOSSA FANPAGE.

DIA DA FAMÍLIA

Postado por Célia sexta-feira, 3 de agosto de 2012 0 comentários

DIA DA FAMÍLIA Dedicamos , no nosso calendário escolar ,um data especial que chamamos de “ DIA DA FAMÍLIA” Este dia nasceu de um projeto de trabalho com os alunos cujo tema central é “Um para o Outro” . A infância, o brincar, a troca de experiências, histórias e sentimentos entre entes queridos são os indicadores dos trabalhos das crianças. O fortalecimento das relações humanas, a discussões sobre liberdade e anseios adolescentes, o existencialismo, a auto-estima, a ética dos relacionamentos, as escolhas individuais foram indicadores para o trabalho dos adolescentes. Todo este trabalho de semestre será exposto em uma “Mostra Cultural” seguida de um show para as famílias, onde alunos e seus pais assistirão e participarão de momentos muito especiais idealizados pelos artistas Paula Santisteban e Eduardo Bologna,produtores da gravadora “Música em família” Por hora é só isto que podemos contar! O resto é uma surpresa que todos nós, alunos, professores , coordenadores e diretores estamos guardando desde o início do ano. Por isso convidamos as nossas famílias para estarmos juntos no dia 25 de agosto às 15h30min no Pavilhão de Eventos da Univap .

" FELIZ DIA DAS MÃES"

Postado por Célia terça-feira, 8 de maio de 2012 0 comentários

MÃE A boa mãe é aquela que vai se tornando desnecessária com o passar do tempo. Várias vezes ouvi de um amigo psicanalista essa frase e ela sempre me soou estranha. Chegou a hora de reprimir de vez o impulso natural materno de querer colocar a cria embaixo da asa, protegida de todos os erros, tristezas e perigos. Uma batalha hercúlea, confesso. Quando começo a esmorecer na luta para controlar a super-mãe que todas temos dentro de nós, lembro logo da frase, hoje absolutamente clara. Se eu fiz o meu trabalho direito, tenho que me tornar desnecessária. Antes que alguma mãe apressada me acuse de desamor, explico o que significa isso. Ser “desnecessária” é não deixar que o amor incondicional de mãe, que sempre existirá, provoque vício e dependência nos filhos, como uma droga, a ponto de eles não conseguirem ser autônomos, confiantes e independentes. Prontos para traçar seu rumo, fazer suas escolhas, superar suas frustrações e cometer os próprios erros também. A cada fase da vida, vamos cortando e refazendo o cordão umbilical. A cada nova fase, uma nova perda é um novo ganho, para os dois lados, mãe e filho. Porque o amor é um processo de libertação permanente e esse vínculo não pára de se transformar ao longo da vida. Até o dia em que os filhos se tornam adultos, constituem a própria família e recomeçam o ciclo. O que eles precisam é ter certeza de que estamos lá, firmes, na concordância ou na divergência, no sucesso ou no fracasso, com o peito aberto para o aconchego, o abraço apertado, o conforto nas horas difíceis. Pai e mãe - solidários - criam filhos para serem livres. Esse é o maior desafio e a principal missão. Ao aprendermos a ser “desnecessários”, nos transformamos em porto seguro para quando eles decidirem atracar. Marcia Neder ( Psicanalista, Pós-doutora e doutora em Psicologia Clínica pela PUC-S.Paulo) Dê a quem você ama- Asas para voar... - Raízes para voltar... - Motivos para ficar... " Dalai Lama

Postado por Célia quinta-feira, 22 de março de 2012 0 comentários

BILINGUISMO - MATÉRIA DO " THE NEW YORK TIMES" GRAY MATTER Why Bilinguals Are Smarter By Yudhijit Bhattacharjee SPEAKING two languages rather than just one has obvious practical benefits in an increasingly globalized world. But in recent years, scientists have begun to show that the advantages of bilingualism are even more fundamental than being able to converse with a wider range of people. Being bilingual, it turns out, makes you smarter. It can have a profound effect on your brain, improving cognitive skills not related to language and even shielding against dementia in old age. This view of bilingualism is remarkably different from the understanding of bilingualism through much of the 20th century. Researchers, educators and policy makers long considered a second language to be an interference, cognitively speaking, that hindered a child’s academic and intellectual development. They were not wrong about the interference: there is ample evidence that in a bilingual’s brain both language systems are active even when he is using only one language, thus creating situations in which one system obstructs the other. But this interference, researchers are finding out, isn’t so much a handicap as a blessing in disguise. It forces the brain to resolve internal conflict, giving the mind a workout that strengthens its cognitive muscles. Bilinguals, for instance, seem to be more adept than monolinguals at solving certain kinds of mental puzzles. In a 2004 study by the psychologists Ellen Bialystok and Michelle Martin-Rhee, bilingual and monolingual preschoolers were asked to sort blue circles and red squares presented on a computer screen into two digital bins — one marked with a blue square and the other marked with a red circle. In the first task, the children had to sort the shapes by color, placing blue circles in the bin marked with the blue square and red squares in the bin marked with the red circle. Both groups did this with comparable ease. Next, the children were asked to sort by shape, which was more challenging because it required placing the images in a bin marked with a conflicting color. The bilinguals were quicker at performing this task. The collective evidence from a number of such studies suggests that the bilingual experience improves the brain’s so-called executive function — a command system that directs the attention processes that we use for planning, solving problems and performing various other mentally demanding tasks. These processes include ignoring distractions to stay focused, switching attention willfully from one thing to another and holding information in mind — like remembering a sequence of directions while driving. Why does the tussle between two simultaneously active language systems improve these aspects of cognition? Until recently, researchers thought the bilingual advantage stemmed primarily from an ability for inhibition that was honed by the exercise of suppressing one language system: this suppression, it was thought, would help train the bilingual mind to ignore distractions in other contexts. But that explanation increasingly appears to be inadequate, since studies have shown that bilinguals perform better than monolinguals even at tasks that do not require inhibition, like threading a line through an ascending series of numbers scattered randomly on a page. The key difference between bilinguals and monolinguals may be more basic: a heightened ability to monitor the environment. “Bilinguals have to switch languages quite often — you may talk to your father in one language and to your mother in another language,” says Albert Costa, a researcher at the University of Pompeu Fabra in Spain. “It requires keeping track of changes around you in the same way that we monitor our surroundings when driving.” In a study comparing German-Italian bilinguals with Italian monolinguals on monitoring tasks, Mr. Costa and his colleagues found that the bilingual subjects not only performed better, but they also did so with less activity in parts of the brain involved in monitoring, indicating that they were more efficient at it. The bilingual experience appears to influence the brain from infancy to old age (and there is reason to believe that it may also apply to those who learn a second language later in life). In a 2009 study led by Agnes Kovacs of the International School for Advanced Studies in Trieste, Italy, 7-month-old babies exposed to two languages from birth were compared with peers raised with one language. In an initial set of trials, the infants were presented with an audio cue and then shown a puppet on one side of a screen. Both infant groups learned to look at that side of the screen in anticipation of the puppet. But in a later set of trials, when the puppet began appearing on the opposite side of the screen, the babies exposed to a bilingual environment quickly learned to switch their anticipatory gaze in the new direction while the other babies did not. Bilingualism’s effects also extend into the twilight years. In a recent study of 44 elderly Spanish-English bilinguals, scientists led by the neuropsychologist Tamar Gollan of the University of California, San Diego, found that individuals with a higher degree of bilingualism — measured through a comparative evaluation of proficiency in each language — were more resistant than others to the onset of dementia and other symptoms of Alzheimer’s disease: the higher the degree of bilingualism, the later the age of onset. Nobody ever doubted the power of language. But who would have imagined that the words we hear and the sentences we speak might be leaving such a deep imprint? Yudhijit Bhattacharjee is a staff writer at Science. This article has been revised to reflect the following correction: Correction: March 20, 2012 An earlier version of this article misspelled the name of a university in Spain. It is Pompeu Fabra, not Pompea Fabra.

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